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Mostrando postagens com marcador ÁSIA (SUDESTE ASIÁTICO). Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Myanmar: Yangoon - A cidade do ShweDagon Pagoda

(ShweDagon Pagoda)

1º dia – ShweDagon Pagoda

É quase impossível falar da cidade de Yangoon sem começar pelo ShweDagon Pagoda, seu maior e mais imponente templo budista.  Trata-se de uma stupa principal de 98m de altura, construída em tijolos e coberta com placas de ouro cravejadas com inúmeras pedras preciosas. Ao redor da stupa principal encontram-se um complexo de mais de 70 outras stupas menores e casas de oração, tudo em cima de uma gigante plataforma de mármore. Em seu topo pode-se observar um cilindro de ouro onde estão incrustados milhares de diamantes e uma esmeralda de 76 quilates.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Myanmar – A terra do sol de fogo vermelho – Dicas essenciais


Iniciei sozinha minha mochilada linda pelo Myanmar, aonde cheguei no dia 05-02-2015, de onde saí  no dia 14-02-2015. Escolhi a cidade de Yangoon, como porta de entrada e de saída, através de um vôo da Jet Airways, de ida e volta partindo e retornando a Delhi, na Índia, local que utilizei como ponto de partida para os países vizinhos e onde, mais tarde, mochilei durante 17 dias.

Manca, de mochilão nas costas e sozinha rumo à Ásia - O dia em que tudo parecia errado

(Pôr do sol em Bagan, Myanmar)

Passados quase 3 meses do meu retorno dessa mochilada simplesmente épica pela Ásia central, ca estou eu finalmente dando início a mais uma temporada de posts de relatos dos lugares que visitei. Demorei tanto porque foi uma viagem repleta de acontecimentos intensos, uns muitos bons e outros não tão bons, que mexeram só um tiquinho com o meu tico e teco, rsrs. Brincadeiras a parte, a Ásia é o meu “calcanhar de Aquiles”. É o lugar que sempre me intrigou e atraiu por sua cultura, religião e por toda sua áurea propriamente dita. Alguns acontecimentos de fato me balançaram muito e me deixaram, digamos, um pouco “travada” para acreditar que algum dia eu conseguiria relatar com um mínimo de detalhes o que é que tudo aquilo representou para mim.  Foram 43 dias que se tornaram um divisor de águas e minha vida. Muito aprendizado e vivência de um mix de sentimentos e sensações inimagináveis, à flor da pele. Pois bem, passada a fase de crises existenciais de retorno à realidade, la vou eu tentar passar adiante um pouco do que eu encontrei naquele lugar único.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

James Bond Islands

  
Khao Phing Kan, mais conhecida como “James Bond Islands”, é o conjunto de pequenas ilhas situadas no sudoeste da Tailândia, que pertencem ao parque nacional de Ao Phang Nga. Ganharam esse nome popular, “James Bond Islands”, porque em 1974 foram cenário das gravações do filme “007 – The Man with the Golden Gun”, sendo, a partir de então, mais conhecidas mundialmente.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Koh Phi Phi Dom - Um Paraíso dentro de uma Ilha Maluca


Como já dito em outros posts, as Ilhas Phi Phi se dividem em duas: Koh Phi Phi Dom e Koh Phi Phi Leh. A primeira é a ilha principal, repleta de bares, restaurantes, lojas de conveniência, terminais atm. para câmbio e vida noturna bem agitada. A segunda é inabitada e patrimônio natural da Unesco, onde fica a Maya Bay, a famosa praia do filme “A Praia”, protagonizado por Leonardo Di Caprio.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Dormindo na Maya Bay – Uma das melhores coisas que já fiz na vida



Cheguei em Koh Phi Phi no dia 23/12/2013, e fui direto procurar a store da agência de turismo "Maya Bay Sleep Aboard" utilizando o mapa e as orientações que a empresa havia me passado por e-mail.

segunda-feira, 10 de março de 2014

A Saga em busca da Tatuagem de Bambu: Perrengues e apuros nos arredores de Siem Reap


Desenho e aprecio artes visuais desde que me conheço por gente, e passei a me dedicar às aulas de desenho e pintura aos 15 anos de idade, época em que inevitavelmente conheci melhor a arte de desenhar no corpo humano, e as suas variadas técnicas de execução. Foi nessa mesma época em que eu tive os primeiros contatos com as tatuagens elaboradas pela técnica milenar do bambu.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Camboja - Siem Reap, 2º dia: o imponente Angkor Wat

O Angkor Wat, ou “cidade templo”, em sânscrito, pertence ao conjunto de templos construídos na zona de Angkor, a antiga capital do Império Khmer. Erguido em cima de um fosso, com suas cinco torres em forma de flor de lótus, o Angkor Wat é maior que qualquer catedral medieval e sua altura é duas vezes maior que a torre de Londres, compreendendo um dos maiores projetos de engenharia da história da humanidade (não somente pelo seu tamanho, mas também por ter sido erguido em cima da água).

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Camboja - Siem Reap, 1º dia: Chegada, visto, primeiras impressões


20 de dezembro de 2013. Estava em Bangkok, levantei as 5 da manhã, fiz check out no hostel e peguei um taxi para o aeroporto de Don Mueang. A decisão de ir de avião ao Camboja foi algo inesperado, de última hora. Eu havia planejado meu roteiro cruzando a fronteira por terra, pegando um trem até a estação Aranyaprathet, na fronteira da Tailândia com o Camboja e de lá tuk tuk até Poipet, e depois ônibus ou van para Siem Reap. Porém, considerando relatos acerca daquele trajeto bem como alguns imprevistos que ocorreram em última hora decidi por bem ir até o aeroporto e tentar embarcar no primeiro vôo, e vou explicar porque.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

TAILÂNDIA: Coisas que você NÃO pode viajar sem saber



Apesar da viagem para a Tailândia não ter sido a minha primeira para fora do Brasil, foi a primeira que fiz sozinha, e a mais espetacular de todas até hoje, razão pela qual resolvi iniciar o blog por ela. A cima, um videozinho amador que fiz com as principais fotos e algumas filmagens da Tailândia e Camboja. A próxima trip com certeza conseguirei uma Go Pro antes, rs.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Bangkok - 4º dia (último) + jornada a partir de Koh Tao.

Bom, meu último dia em Bangkok também foi o último dia da viagem. Apesar de antes desse dia eu ter percorrido o Camboja e as ilhas do sul, preferi não deixar para falar dele no final, para então concluir a sessão de posts sobre Bangkok.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Bangkok - 3º dia


Vou iniciar esse post do 3º dia de Bangkok falando rapidamente sobre um restaurante que jantei  no 2º dia, mas esqueci de comentar no post anterior, so sorry!! =D

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Bangkok - 2º dia


07:00 hrs da manhã eu já estava na recepção do meu hostel, esperando a moça da agência que, em poucos minutos, chega em uma moto para me buscar e me levar até a Kao San Road, onde pegaríamos uma van para o tour que fechei no dia anterior, em uma agência que fica na rua paralela à Kao San Road, e estava incluído visita ao Floating Market, Kwai Bridge, War Museaum e Tiger Temple. Não lembro o preço certo que paguei, mas foi algo em torno de 1000 a 1300 baht (cerca de 30 a 40 U$)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Bangkok - 1º dia


Por volta das 10/11 hrs da manhã, cheguei ao meu hostel, Smile Buri Guest House (fica a 5 minutos a pé da Kao San Road, reservei pelo booking.com), onde fiquei hospedada por 3 dias até deixar a capital e seguir para o Camboja. O hostel não é dos mais baratos para o padrão Tailândia, porém bem em conta em relação ao que estamos acostumados no Brasil, e cumpre o que promete. Paguei a quantia de 4050 baht para 3 diárias (aprox. 135 U$ para 2 pessoas, mas como eu estava sozinha paguei o valor integral), por um quarto grande para 2 pessoas, com banheiro privado, super aconchegante e de limpeza impecável com duas camas de solteiro gigantes, sofá, tv lcd, e um bom espaço para espalhar todas as minhas coisas. A cama era uma delícia, sem dúvidas a melhor cama que dormi na Tailândia, e o chuveiro bem quentinho. Café da manhã não incluso. A localização era perfeita pois ficava ao lado da Kao San Road e não tinha barulho algum. Pessoal da recepção bem prestativo. Super recomendo o hostel para quem viaja em pelo menos 2 pessoas e procura acomodação boa e barata na região da Kao San, mas sem o barulho e confusão da mesma. Porém, para quem está afim de conhecer gente, se misturar com a galera da mochilada e cair no mundo, não aconselho muito pois, apesar de todo o conforto, fiquei realmente sozinha todo tempo que estive lá e só vi casais e famílias circulando pelo hostel. Totalmente diferente do que aconteceu em Phi Phi, onde fiz várias amizades e vivi os dias mais divertidos e lindos da minha vida. Mas esse é assunto para outro post. Vamos ao que interessa.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Transportes em Bangkok

Ao escolher o meio de locomoção mais adequado ao seu custo/benefício em Bangkok, é importante ter algumas coisas em mente.


Todos os táxis possuem taxímetro e, não sei explicar como nem porque, mas reparei que o taxímetro deles funciona de uma forma diferente e completamente justa para o cliente. Sempre estive acostumada aos taxímetros de Santos e São Paulo onde você pode ficar meia hora parada em um congestionamento e a cada meio minuto o valor muda subindo absurdamente. Em Bangkok isso não acontece. O taxímetro muda o valor somente quando o veículo está em movimento. Quando o veículo está parado no semáforo ou em qualquer congestionamento, não sei dizer porque, mas o taxímetro pára e o valor permanece o mesmo, só voltando a aumentar quando o veículo torna a se movimentar, independente de quanto tempo ele ficar parado. Para nós isso é fantástico, porém para os taxistas tailandeses é um martírio, pois o trânsito caótico de Bangkok não fica nem um pouco atrás da confusão que presenciamos diariamente em São Paulo, nos horários de pico. Aliás, sempre que você tiver que chegar a algum lugar em Bangkok e tenha hora marcada, reserve pelo menos meia hora a mais do tempo estimado, pois como eu disse e repito, Bangkok é uma caixinha de surpresas, em absolutamente tudo! Não foi à toa que eu entrei no primeiro táxi e já caí na gargalhada sozinha ao me deparar com o aviso de proibição abaixo. hahaha


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Chegando ao Aeroporto de Suvarnabhumi


 
17 de dezembro de 2013, por volta das 06 horas da manhã, pousei no aeroporto de Suvarnabhumi. Muito diferente dos relatos que eu havia escutado, achei este aeroporto bem sinalizado e organizado além de muito bonito, gostei bastante. Passei pelo freeshop, na qual não é dos melhores para fazer compras pois os preços não são muito baratos, e fui direto ao Healthy Control, a vigilância sanitária, onde uma atendente não muito simpática te manda preencher um formulário e pede o comprovante internacional de vacinação da febre amarela com o seu passaporte.